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Fogo em fábrica de transformação de carne no Montijo

publicado a 26.08.2013

Unidade não estava a laborar mas estavam lá dois funcionários que deram o alerta.

Um incêndio deflagrou neste sábado à noite, por volta das 21h, na fábrica de transformação de carne Carmonti, situada no Montijo, na margem Sul do Tejo. As chamas foram controladas à 1h mas os bombeiros continuam no terreno para fazer o rescaldo.

“O incêndio está controlado e a ceder aos meios, agora estamos a trabalhar para o conseguir extinguir o mais rápido possível. Foi uma operação complexa e demorada, que ainda não está terminada e temos um longo trabalho pela frente”, disse à Lusa, de madrugada, Patrícia Gaspar, comandante operacional distrital de Setúbal.

Já esta manhã, o comandante dos bombeiros do Montijo, Américo Moreira, disse à TSF que a fábrica ardeu quase por completo. "Há muito trabalho. A estrutura colapsou toda e há matéria que está em combustão por baixo da estrutura", afirmou.

O incêndio levou a que quatro bombeiros fossem assistidos no local. “Três bombeiros foram assistidos no local devido à inalação de fumos. Foi uma situação temporária e regressaram mesmo às operações. Um quarto elemento, que sofreu uma ligeira contusão num membro inferior, também foi assistido e está bem”, explicou Patrícia Gaspar à Lusa.

A fábrica Carmonti não estava a laborar no momento em que começaram as chamas, mas no interior estavam dois funcionários, que deram o alerta. As causas para o incêndio ainda são desconhecidas.

A presidente da Câmara do Montijo, Maria Amélia Antunes, disse à Lusa que esta fábrica, que existe desde 1985, tinha um projecto de ampliação. “É uma empresa de grande importância na agroindústria no concelho e mesmo na região. A empresa tinha um projecto de ampliação, o que significava mais postos de trabalho, e fiquei desolada com o que aconteceu e muito preocupada”, afirmou.

A autarca do Montijo espera que o incêndio não ponha em causa as mais de duas centenas de postos de trabalhos existentes na empresa Carmonti. “Espero que os prejuízos não inviabilizem a empresa e o seu projecto de desenvolvimento. São pessoas empreendedoras e tem muitos trabalhadores”, frisou

No combate às chamas estiveram envolvidos cerca de 70 bombeiros do Montijo e de concelhos vizinhos, contando também com o apoio da Força Aérea, que tem a sua base junto à fábrica.

Categoria: HST - Procedimentos e Organização da Emergência | Sub-Categoria: Incêndios

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Três feridos graves em acidente com trator na Guarda

publicado a 26.08.2013

Um acidente com um trator agrícola ocorrido esta segunda-feira na localidade de Vila Fernando, concelho de Guarda, provocou três feridos graves, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS).

Segundo a fonte do CDOS, o acidente aconteceu pelas 12H21, quando o trator “caiu para a linha do comboio da Beira Alta”, nas proximidades de Vila Fernando, no troço entre Guarda e Vilar Formoso.

A fonte referiu que o veículo não foi abalroado por uma composição ferroviária que circulava na altura porque “o comboio foi parado a tempo”.

Já uma fonte do Comando Territorial da GNR da Guarda adiantou à agência Lusa que ficaram feridos no acidente um homem de 67 anos, que conduzia o trator, e dois netos, dois rapazes com 11 e 14 anos, respetivamente.

Um dos jovens foi transportado de helicóptero para os hospitais da Universidade de Coimbra e os outros dois feridos para o serviço de urgências do Hospital Sousa Martins da Guarda, indicou.

Segundo a GNR, o trator “circulava num caminho de terra batida quando caiu para a linha” do comboio por razões que são desconhecidas.

Devido ao acidente a ligação ferroviária entre Guarda e Vilar Formoso encontrava-se interrompida pelas 14H30.

Estiveram no local do acidente os bombeiros voluntários da Guarda, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e elementos da GNR.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Segurança Máquinas e Equipamentos

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?Morreu só para ir ganhar 20 euros?

publicado a 25.08.2013

Almada: Naufrágio ao largo da Fonte da Telha

Gonçalo, de apenas 18 anos, desapareceu no primeiro dia em que subiu a bordo de um barco

Gonçalo, de 18 anos, foi anteontem à noite ao mar pela primeira vez, depois de meses a ajudar os pescadores da Fonte da Telha, Almada, a puxar as redes da arte xávega. Não voltou. O barco onde seguia com quatro outros jovens naufragou a cerca de duas milhas da costa. Marco Lopes, 22 anos, Alexandra, 20, Nuno Lima, 31, e Marco Silva sobreviveram após duas horas na água. Foram resgatados por outros pescadores que se aperceberam do naufrágio.

"O nosso trator [que, em terra, puxa as redes] avariou-se, e a corda partiu-se. A puxada foi tão grande que a chata saltou e a seguir começou a meter água. Entrámos em pânico", relatou ontem à tarde ao CM Marco Lopes, minutos depois de ter alta hospitalar.

"Eu e o Gonçalo fomos os únicos que ficámos sem colete. Ainda tentei ir atrás dele, mas vi a minha namorada aflita. Sou só um. Estávamos quase a duas milhas da costa e tive de decidir rápido. Era um ou outro", acrescenta Marco Lopes. Alexandra,a namorada, resistiu, mas ainda está internada no hospital. A mãe da jovem chegou a "temer o pior" quando a viu a entrar na ambulância.

"Perdi um camarada, que foi ao mar pela primeira vez. O Gonçalo morreu para ganhar, no máximo, 20 euros, pois há dias em que nem isso rende."

A família de Gonçalo esteve ontem por breves instantes na Fonte da Telha a acompanhar as buscas no mar.

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Tragédia no Caramulo acompanhada pela RTP

publicado a 23.08.2013

A morte voltou à floresta. Desta vez foi uma bombeira, cercada pelas chamas na serra do Caramulo. Rita tinha 22 anos, era da corporação de Alcabideche e estava no grupo de reforço aos incêndios em Tondela. Outros 9 bombeiros ficaram feridos, um em estado grave, e todo o incidente foi acompanhado por uma equipa da RTP.

Categoria: HST - Procedimentos e Organização da Emergência | Sub-Categoria: Incêndios

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Grandes empresas que lucram com exploração laboral "têm de ser penalizadas"

publicado a 23.08.2013

Construção é o sector mais afectado, mas o fenómeno está a crescer na agricultura e a restauração. Presidente da Autoridade para as Condições de Trabalho diz que se as leis europeias não mudarem "continuarão a ser vertidas lágrimas de crocodilo".

As empresas estão a usar trabalhadores estrangeiros sem lhes pagar o mesmo que aos nacionais ou dar as mesmas condições. O alerta é do presidente da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) que defende uma revisão da Directiva Europeia de Serviços.

Em declarações à Renascença, Pedro Pimenta Braz mostra-se muito preocupado com o crescimento do fenómeno de angariação de trabalhadores por redes mafiosas.

É sobre a construção que se fala mais quando a questão é o abuso de trabalhadores portugueses no estrangeiro, mas o inspector-geral de Trabalho faz questão de sublinhar que há outros sectores em que o fenómeno também está a crescer, nomeadamente na agricultura e restauração.

Pedro Pimenta Braz considera que é uma situação muito preocupante e que a ACT acompanha como pode, normalmente depois de receber denúncias dos sindicatos e dos trabalhadores. A dificuldade de actuação prende-se com o facto dos trabalhadores saírem de Portugal sem passar pelos serviços oficiais.

Em situação de crise e aumento do desemprego são cada vez mais os que correm atrás de promessas que se revelam falsas, mas para o dirigente máximo da Autoridade para as Condições de Trabalho pouco mudará enquanto a Directiva Europeia de Serviços não for alterada e passar a responsabilizar também as empresas que beneficiam do trabalho dos portugueses, a preços muito mais baixos.

“As grandes empresas europeias que lucram com a existência deste tipo de trabalho têm de ser penalizadas, porque não é possível, por exemplo, num grande estaleiro de construção civil no meio da Europa que um dono de obra ou um empreiteiro geral diga que desconhece que tinha portugueses quase escravos a trabalhar nesse estaleiro. Isso não é possível, é um exercício de hipocrisia monumental”, acusa Pedro Pimenta Braz.

Para o responsável, a Directiva de Serviços deve responsabilizar “o angariador, a entidade a que pertencem esses trabalhadores, mas também toda a cadeia de subcontratação até ao dono de obra”.

“Se assim não for continuarão a ser vertidas lágrimas de crocodilo, com alguma hipocrisia, e o fenómeno vai continuar a crescer”, sublinha.

Pedro Pimenta Braz defende uma maior publicitação das condições a que os trabalhadores que vão para os estrangeiro devem dar atenção e deixa mesmo um apelo a que ninguém saia do país sem passar pelos serviços da inspecção de trabalho para se aconselhar.

Categoria: HST - Generalidades | Sub-Categoria: Empresas

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