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Explosão em pedreira de Santo Tirso provoca um morto e um ferido grave

publicado a 04.09.2013

O bombeiro de Vila das Aves, Joaquim Faria, contou à Antena 1 que uma pessoa morreu e outra ficou ferida com gravidade na sequência de uma explosão numa pedreira, em Roriz, Santo Tirso.
O alerta para a explosão na pedreira foi dado às 11:15, tendo morrido uma pessoa e ficado outra ferida com gravidade, tendo sido transportada para o Hospital S. João, no Porto.

De acordo com a mesma fonte dos Bombeiros de Vila das Aves, as vítimas seriam trabalhadores daquela pedreira localizada em Roriz, Santo Tirso.

No local estiveram cinco viaturas dos bombeiros (quatro dos voluntários de Vila das Aves e uma dos Tirsenses) com 10 profissionais, para além da GNR de Vila das Aves.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Minas / Indústrias Extractivas

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Empresa condenada a pagar 225 mil euros pela morte de três trabalhadores na Madeira

publicado a 30.08.2013

A empresa Afavias e três encarregados da obra de construção de um túnel na Madeira, onde em 2003 morreram quatro trabalhadores, foram condenados a pagar, solidariamente, uma indemnização total de 225 mil euros às famílias de três vítimas.
Na sentença, à qual a agência Lusa teve hoje acesso, a juíza Micaela Sousa, das Varas de Competência Mista do Funchal, considera que a Afavias, ao "assumir a seu cargo a obra de construção de um túnel, com as inerentes vantagens económicas que daí advêm", tem o "dever de controlar a fonte de perigo que constituem os trabalhos inerentes a essa construção, sobremaneira quando irão ser utilizados produtos explosivos".

Quanto aos outros três réus -- encarregado geral da obra, director técnico da obra, e encarregado da obra e responsável pela equipa e pelo emprego e manuseamento de explosivos na frente de trabalho -, a magistrada sustenta que lhes incumbia "cumprir e fazer cumprir as regras adequadas no trabalho de abertura de túneis com observância de várias fases e operações", não se tendo verificado a sequência das tarefas para o rebentamento de explosivos.

O caso remonta a 07 de Março de 2003, quando uma explosão provocou quatro mortos, com idades entre os 22 e 37 anos, e quatro feridos na obra do túnel entre a Ribeira da Lapa e o Curral das Freiras.

No processo-crime que se seguiu, aqueles responsáveis foram condenados a penas de prisão entre os quatro e os cinco anos, suspensas na sua execução por igual período, pelo crime de infracção das regras de construção, na forma agravada.

Na sentença hoje conhecida, o tribunal deu como provado que a explosão se deveu à utilização da barra de perfuração de uma máquina "durante a limpeza de um dos furos", o que provocou o cruzamento de furos quando já outros estavam carregados de explosivos, permitindo a "iniciação da carga ou do detonador por acção mecânica".

A juíza refere que aqueles encarregados, que actuavam "sob as ordens e instruções" da empresa, "não podiam deixar de saber que aqueles trabalhadores não tinham habilitação legal para manusear produtos explosivos e, não obstante, deixaram que tal sucedesse", permitindo, também, que nos trabalhos da pega de fogo "não fosse respeitada a sequência, de modo que teve lugar, em simultâneo, a furação e carregamento de furos com explosivos".

Quanto à Afavias, o tribunal acrescenta que dos factos apurados "emerge, tão-somente", que tinha um plano de segurança da obra, o plano de fogo e autorização para o emprego de explosivos na obra, mas tal não basta para concluir que "fez tudo quanto estava ao seu alcance para prevenir os danos decorrentes da actividade perigosa que exercia".

À agência Lusa, o advogado que representa os familiares informou que ainda não decidiu sobre um eventual recurso, mas considera que dez anos volvidos sobre o acidente "está na altura de colocar um ponto final neste processo". Já o causídico que defende os réus adiantou que ainda está a analisar a sentença.

Categoria: HST - Generalidades | Sub-Categoria: Processos e Coimas

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Sertã: Trator mata idoso

publicado a 30.08.2013

Um homem de 64 anos morreu ontem num acidente com um trator agrícola em Casal do Sesmo, concelho da Sertã. O alerta para o despiste, seguido de capotamento, chegou ao Comando Distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco às 20h20, sendo de imediato acionados meios de socorro, com equipas dos Bombeiros Voluntários da Sertã e do INEM. O acidente ocorreu num caminho rural, estando as causas a ser investigadas pela GNR de Castelo Branco.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Segurança Máquinas e Equipamentos

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PSP reformado morre em trator

publicado a 29.08.2013

Francisco Oliveira, 74 anos, foi esmagado pelo veículo. Viria a ser encontrado horas depois

Um homem, de 74 anos, morreu ontem esmagado pelo trator que conduzia, no lugar do Ledouro, freguesia de Vila Boa do Bispo, concelho de Marco de Canaveses.

Eram cerca das 10h30 quando Francisco da Silva Oliveira – um PSP reformado – saiu de casa ao volante do veículo agrícola. Num campo próximo da habitação, o homem terá perdido o controlo do trator, que acabou por capotar de forma fatal.

A vítima viria a ser encontrada apenas horas depois. Estranhando o facto de o homem não regressar a casa às 12h00 para almoçar, como era costume, a esposa – depois de o ter procurado – pediu ajuda a um funcionário, que colaborava com a vítima nos campos. "O trator estava virado e ele ficou debaixo", relatou José Luís Reis, que encontrou Francisco às 14h15. "Andava a cortar a erva para as ovelhas", explicou José Luís.

O trator capotou numa pequena vala, num local junto à estrada, mas que não era visível da rua. A vítima gostava de trabalhar no campo e de ter gado, mas a esposa estava sempre a pedir-lhe para "se deixar disso".

O óbito foi declarado no local, tendo o cadáver sido transportado ao Gabinete Médico-Legal de Penafiel. No local estiveram bombeiros do Marco e GNR de Alpendorada.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Segurança Máquinas e Equipamentos

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Apenas um simulacro

publicado a 26.08.2013

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, resolveu recordar os 25 anos da tragédia do Chiado com um simulacro do incêndio.
Manuel Catarino, Redator Principal

A ideia é bem-intencionada – mas tão peregrina como assinalar a morte de Sá Carneiro com o simulacro da queda de um avião em Camarate. Nem é bom imaginar o que está previsto para o aniversário do terramoto de 1755…

Costa, de resto, é especialista em simulacros. Tem passado a sua vida política a simular que é alternativa ao líder do PS. Recentemente, ameaçou Seguro. Mas a coisa não passou de um simulacro – que só serviu para demonstrar uma cruel verdade: a lagartixa pode num simulacro fazer de jacaré, mas não é um jacaré.

Categoria: HST - Procedimentos e Organização da Emergência | Sub-Categoria: Incêndios

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