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Fausto Brito e Abreu destaca importância da certificação do sistema HACCP nas lotas

publicado a 03.10.2014

O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou esta terça-feira a importância da renovação da certificação do Sistema HACCP (Hazard Analysis and Critical Control Points), implementado em 10 lotas e em três entrepostos da Região, para uma maior confiança dos consumidores e valorização do pescado dos Açores.


"Esta certificação, por um lado, traz confiança aos consumidores e, por outro, é mais uma garantia da qualidade do nosso peixe", afirmou Fausto Brito e Abreu, salientando que “a rede regional de lotas e de frio, congelação e armazenamento tem um papel essencial na valorização do pescado dos Açores e tem sido objeto de vários investimentos do Governo dos Açores".



A Associação Portuguesa de Certificação (APCER), pelo sétimo ano consecutivo, considerou que estão reunidas as condições necessárias, de acordo com o ‘Codex Alimentarius’, para a renovação do Sistema de Segurança Alimentar implementado nas lotas e entrepostos de frio geridos pela Lotaçor.



No âmbito da primeira venda de pescado fresco, encontram-se certificadas nos Açores as lotas de Rabo de Peixe e Ponta Delgada (São Miguel), São Mateus e Praia da Vitória (Terceira), Praia (Graciosa), Velas (São Jorge), Madalena (Pico), Horta (Faial), Santa Cruz (Flores) e Corvo.



No que se refere à congelação e conservação de pescado congelado pela Lotaçor, estão certificados nos Açores os entrepostos de Vila do Porto (Santa Maria), Madalena (Pico) e Lajes das Flores.

Categoria: HSA / HACCP - Certificação | Sub-Categoria: Escolha uma op??o...

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Chamas ameaçaram depósito de gasóleo em fábrica de Gaia

publicado a 19.09.2013

O incêndio que, esta quarta-feira, ameaçou uma zona de detritos industriais junto à fábrica Tegopi, de estruturas metálicas e torres eólicas, em Vilar do Paraíso, Gaia, está extinto.

O fogo entrou em fase de rescaldo cerca de 50 minutos depois, disse à Lusa fonte dos Sapadores de Gaia.

De acordo com a fonte, o incêndio ficou confinado à estufa de pintura da empresa de estruturas metálicas e torres eólicas.

A maior preocupação dos bombeiros foi evitar que as chamas atingissem um grande depósito de gasóleo e de botijas de gás que existe no local, o que foi conseguido.

No combate ao fogo estiveram três corporações de bombeiros de Gaia, Coimbrões e Valadares.

As causas do incêndio ainda estão a ser apuradas.

Categoria: HST - Procedimentos e Organização da Emergência | Sub-Categoria: Incêndios

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Morre após cair de um telhado

publicado a 19.09.2013

Santa Maria da Feira: Quebra de telhas na origem do acidente

Trabalhador de 58 anos teve morte imediata. Colegas ficaram em choque com a tragédia

Um homem de 58 anos morreu ontem pelas 15h50 após uma queda do telhado de um armazém da empresa Gruas Tavares, em Sanfins, Santa Maria da Feira. Joaquim Conceição não resistiu aos ferimentos provocados pela queda de cerca de sete metros e teve morte imediata.

Segundo uma testemunha, a vítima embateu com a cabeça numa peça metálica que estava no solo e já não reagiu quando os colegas o chamaram.

"Ele era um trabalhador experiente. A queda foi fatal e na empresa estão todos em choque", contou a mesma testemunha. Segundo uma outra testemunha, Joaquim procedia a trabalhos de reparação do telhado do armazém quando as telhas cederam.

"Ele caiu desamparado e teve morte imediata", explicou o homem, bastante combalido. Quando os Bombeiros de Arrifana e equipa da Viatura Médica do Hospital de Santa Maria da Feira chegaram ao local, a vítima já não tinha sinais vitais. O óbito foi certificado mais tarde pelo delegado de saúde de Santa Maria da Feira.

O corpo foi transportado pelos Bombeiros da Feira para o Instituto de Medicina Legal local para ser autopsiado. Na empresa ninguém quis prestar declarações. O caso está a ser investigado pela GNR.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Construção Civil

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Profissionais de saúde sofreram mais de seis mil acidentes de trabalho

publicado a 15.09.2013

Os profissionais de saúde sofreram 6.142 acidentes em 2012, a maioria dos quais ocorreu nos hospitais, que resultaram na perda de mais de 80 mil dias de trabalho, segundo o balanço social do Ministério da Saúde.

O documento, divulgado a propósito do Dia do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que se assinala domingo, refere que, em 2012, ocorreram 6.142 acidentes.

Destes acidentes, 3.915 não resultaram em dias perdidos, mas como efeito de 2.221 perderam-se 80.148 dias por motivo de baixa. Neste ano, ocorreram seis óbitos.

Este balanço, elaborado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a que a Lusa teve acesso, indica que a maioria dos acidentes ocorreu nos estabelecimentos hospitalares (84,5 por cento).

Os acidentes registados em 2012 aumentaram em relação ao ano anterior (mais 426), o que significa um aumento de 7,5 por cento. Também os dias de trabalho perdidos aumentaram: mais 11.148 dias (mais 16,2 por cento).

O balanço agora conhecido indica que, dos 6.142 acidentes de trabalho e serviço, 2,9 por cento (71) resultaram em incapacidade permanente, 69,3 por cento (1.718) em incapacidade temporária e absoluta e 27,8 por cento (690) em incapacidade temporária e parcial.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Estatísticas e Custos de Acidentes de Trabalho

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Morre esmagado após explosão

publicado a 05.09.2013

Roberto Neto, de 25 anos, colocava explosivos nas pedras. Rebentamento provocou uma derrocada. Outro funcionário sofreu queimaduras graves.

Um funcionário, de 25 anos, morreu esmagado por pedras de granito na sequência de uma explosão numa pedreira, que provocou uma derrocada, ontem às 11h15, em Sanfins de Ferreira, Paços de Ferreira. O jovem pedreiro, Roberto Neto, teve morte imediata. Já o colega, Joaquim Monteiro, de 42 anos, sofreu queimaduras de 1º e 2º grau.

O acidente ocorreu na Sociedade das Pedreiras do Marco, que é uma exportadora de granito de Alpendorada. Os funcionários tinham regressado de férias na segunda-feira. Roberto, que trabalhava na pedreira há sete anos, entrou ao serviço às 08h00, tal como o pai, que é funcionário na mesma empresa mas noutro setor.

O jovem estava com o colega Joaquim em cima das pedras a fazer cargas de explosivos e o acidente ocorreu quando manuseavam os mesmos. "Eles colocam os explosivos e têm um tempo para se afastarem a uma distância de segurança antes de rebentar. Não sei o que se passou, mas aquilo explodiu logo", contou ao CM Daniela Neto, irmã da vítima.

O pai do jovem só se apercebeu do acidente quando os colegas lhe contaram. Roberto, residente em Cabanas, Santo Tirso, teve morte imediata. Joaquim, residente em Roriz, também em Santo Tirso, sofreu queimaduras graves e foi levado para o Hospital de São João, no Porto.

No local estiveram os Bombeiros de Vila das Aves, Tirsenses, INEM, GNR de Vila das Aves e o Departamento de Armas e Explosivos da PSP. Este foi o primeiro acidente grave a ocorrer naquela pedreira.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Minas / Indústrias Extractivas

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