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Acidentes de trabalho ? pelos números oficiais, mais de 723 mil em 2009

publicado a 14.03.2011

Foram 723.452 acidentes de trabalho registrados em 2009, segundo a Previdência Social, que ainda não divulgou os dados de 2010. Quase 388 mil aconteceram na Região Sudeste, que concentra o maior contingente de trabalhadores do Brasil. São números muito altos, embora representam uma diminuição de pouco mais de 4% em relação a 2008. Sabe-se, entretanto, que o número real pode ser bem maior, pois ainda é alto o índice de subnotificação dos acidentes. Trabalhadores informais não costumam comunicar as ocorrências e ainda há empregadores que se recusam a fazer os comunicados. Enquanto os acidentes somaram 723.452, somente nas estatísticas oficiais, os Auditores Fiscais do Trabalho - AFT são apenas 3 mil em todo o país. Fazendo uma conta simples, simplória, até, seriam 241,15 acidentes para cada AFT analisar e emitir laudo. Se reduzir o universo para os AFTs especializados na área de segurança e saúde do trabalho, o número aumenta consideravelmente.


“A situação é gravíssima, tanto quanto ao número de acidentes, como quanto ao número de AFTs”, comenta Rosângela Rassy, presidente do SINAIT. “A categoria vem fazendo alertas às autoridades sobre a necessidade de realizar concursos públicos e abrir vagas para especialistas dentro da carreira única, pois é preciso ter conhecimento aprofundado para contribuir efetivamente para melhorar a situação da segurança no Brasil”, diz ela. O SINAIT está procurando apoio para nomeação de aprovados no último concurso e para a realização de um novo concurso mais amplo, com mais vagas. “Se o quadro não for reposto estaremos em situação crítica dentro de pouco tempo. Muitos colegas estão chegando às condições de se aposentarem. Quase todo dia sai a publicação de uma aposentadoria no Diário Oficial da União”, conclui.

Os AFTs trabalham no sentido de prevenir acidentes de trabalho, fiscalizando os ambientes nas empresas e indicando o que precisa ser feito para cumprir as exigências das Normas Regulamentadoras, que foram elaboradas com base na realidade de cada setor. Muitos acidentes, infelizmente, na conclusão dos laudos, acontecem por falta da adoção das providências preventivas e poderiam ser evitados. “Acidentes não são bons para ninguém: nem para os trabalhadores, nem para os empresários e nem para o Estado. O melhor a fazer é evitá-los tomando as medidas de segurança indicadas e adequadas”, diz Rosângela.


Leia a matéria sobre acidentes de trabalho:

9-3-2011 – Milagre do Verbo Agência de Comunicação / Revista Proteção

Região Sudeste concentra maior número de acidentes de trabalho

São Paulo - De acordo com números do Ministério da Previdência Social, no ano de 2009, data do último levantamento oficial, foram registrados 723.452 acidentes de trabalho. Deste total, 520.921 ocorreram com homens e 202.526, com mulheres. A Região Sudeste é a que mais apresenta ocorrências - 387.819 durante aquele ano. Em seguida, estão as regiões Sul, com 164.420 ocorrências; Nordeste, com 90.161 casos; Centro Oeste, com 50.734 acidentes e Norte, com 30.318 casos registrados.

A faixa etária que mais se acidenta é a de 25 a 29 anos, representando 131.558 ocorrências. O menor número de acidentes acontece entre os trabalhadores com 70 anos ou mais. Foram 444 em 2009. A área de Serviços é a mais afetada, com 338.455 casos. Já na indústria, em 2009, foram registrados 316.955. A área do corpo mais atingida são os dedos, com 133.321 acidentes. Depois vêm as mãos, com 40.371, e os pés, com 39.157 ocorrências.

Comparado com 2008, houve queda de 4,3% no ano seguinte. O próprio setor estima que em 2011 haverá diminuição no número de ocorrências. Os fatores motivantes são a desaceleração na atividade econômica e maior investimento dos empresários na segurança de seus trabalhadores, segundo Luis Bruin, especialista em Direito Trabalhista e Previdenciário. Para Germano Serafim de Oliveira, chefe da Seção de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego de Ribeirão Preto, a tendência é de redução no número de acidentes devido à maior fiscalização do governo.

Conscientização

De acordo com Bruin, a informação é a principal aliada dos trabalhadores. "As empresas investem na conscientização para reduzir os danos causados por acidentes e isso é muito necessário", avalia. Um exemplo é a Bracol, marca pertencente à holding BSB, fabricante de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), que realiza seminários periódicos para técnicos em segurança do trabalho.

Desde 2002, a Bracol promove este momento de discussões. De lá para cá, Bruin já contabilizou 200 seminários, com público de, aproximadamente, 25 mil pessoas. "A ação é pioneira e exerce essa função, de transmitir conhecimento, suprindo uma necessidade do mercado por informações. Isso reforça a preocupação que a empresa tem em auxiliar na capacitação de profissionais prevencionistas", explica.

Categoria: HST - Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais | Sub-Categoria: Estatísticas e Custos de Acidentes de Trabalho

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